segunda-feira, 16 de junho de 2014

INFRAESTRUTURA

DNIT vai reconstruir 60 km da BR-364 após cheia histórica do Rio Madeira


O Diretor-Geral do Departamento de Infraestrutura de Transportes (DNIT), General Jorge Ernesto Pinto Fraxe, nesta segunda-feira (16) as ações emergenciais adotadas pelo órgão para minimizar os prejuízos provocados pela cheia histórica do Rio Madeira.

Segundo o general, foi realizada uma verdadeira operação de guerra. Fraxe lembrou que vários trechos da BR-364 e BR-425 ficaram inundados por mais de 60 dias. Alguns pontos chegaram a 1,70 m de água sobre a pista. Para garantir a trafegabilidade e a segurança dos usuários, o DNIT promoveu parceria com diversos outros órgãos públicos e privados para enfrentar o problema.
Entre as principais ações da etapa pós-vazante, estão o aterro da pista prejudicada, a construção e reconstrução de pontes, construção de ancoradouros para balsas, reforço de sinalização e monitoramento 24 horas de todos os trechos alagados.
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Os estudos apontam para a necessidade de reconstrução de aproximadamente 60 km de rodovia nas partes que sofreram danos que ultrapassaram as camadas superficiais, atingindo a base e sub-base.
O DNIT planeja realizar a reconstrução em três etapas. A primeira consiste na adequação dos Contratos de Restauração e Manutenção de Rodovias – os chamados Crema, vigentes das rodovias atingidas com o objetivo de possibilitar o trafego com conforto e segurança.
A segunda etapa deverá ocorrer ao mesmo tempo da execução dos projetos Crema, onde serão contratados por meio de Pregão Eletrônico os serviços de consultoria especializada para avaliação do pavimento e dos taludes de todo trecho afetado.
A terceira etapa prevê a contratação das obras definitivas, utilizando a melhor técnica para o caso, conforme projeto a ser contratado.

Fonte: rondoniagora.com 

terça-feira, 13 de maio de 2014

Viagens pela Amazônia


Cruzeiro do Sul, no Acre, está localizada a 675 quilômetros da capital Rio Branco pela BR-364. O município do Vale do Juruá é conhecido pelas belas naturais. Pode ser visitado via terrestre ou aérea com voos regulares saindo do aeroporto de Rio Branco. 

Fotos: Marcos Vicentti

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Após vistoria, DNIT libera tráfego em trecho inundado da BR-364 em Jacy Paraná

O tráfego de veículos no trecho inundado pela cheia do madeira em Jacy Paraná, voltou a ser liberado pela DNIT nesta quarta-feira (9), depois de vistoria realizada.

Acompanhado pelo inspetor da PRF, João Bosco Ribeiro e pelo coronel do Corpo de Bombeiros do Acre, Roney Cunha, o superintendente do DNIT para Rondônia e Acre, Fabiano Cunha, concluiu que o trecho pode voltar a recebeu o fluxo de veículos, mesmo ainda estando submerso.


Ontem, engenheiros de uma empresa contratada pelo órgão estiveram no mesmo local avaliando os danos que a cheia provocou nos 2 km que estão a quase dois meses submersos. Segundo o inspetor Ribeiro, foi liberada a passagem para trânsito de guinchos e caminhões 3 eixos.

A passagem desses veículos será monitorada diariamente por equipes do DNIT e da PRF, para avaliações da via. Ribeiro ainda informou que o tráfego será permitido somente durante o dia.
Fonte: RONDONIAGORA

segunda-feira, 31 de março de 2014

DEFESA CIVIL DIZ QUE CHEIA ATINGE SEIS CIDADES E AFETA MAIS DE 20 MIL PESSOAS DIRETAMENTE EM (RO)

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Um relatório da Defesa Civil Estadual divulgado na manhã desta segunda-feira (31), atualizou os dados referentes a enchente no estado, e revela que a população de seis cidades sofre com o desastre natural, com maior incidência sobre a capital, Porto Velho.

No interior, cinco municípios registram famílias desabrigadas e desalojadas e já pediram auxilio da Defesa Civil.

Em Guajará Mirim e Nova Mamoré, cidades que sofrem com o isolamento terrestre, subiu o numero de desabrigados, e desde a semana passada, o governo deslocou para a região homens da Força Nacional de Segurança e da Saúde.

Guajará registra atualmente 59 famílias desabrigadas e 554 desalojadas. Em Nova Mamoré, a enchente expulsou de casa 17 famílias e desalojou outras 77.

Em Candeias do Jamari, a Defesa Civil informou que subiu para 25 0 número de famílias desabrigadas e 45 estão desalojadas.

Na cidade de Jaru, onde o nível do rio também subiu, 25 famílias foram atingidas. Outras 19 estão em abrigos públicos em Pimenta Bueno e 350 foram afetadas indiretamente.

Já em Costa Marques apenas uma família está desabrigadas e 30 desalojadas. Em Porto Velho 1.384 famílias espalhadas nos 75 abrigos públicos e 3.464 desalojadas, o que totaliza 4.800 famílias afetadas, num total aproximado de vinte mil pessoas vítimas da enchente.
Fonte: RONDONIAGORA

sexta-feira, 28 de março de 2014

Cheia do rio Madeira: Acre continua isolado por terra do restante do país






Como medida de segurança, o Dnit anunciou a suspensão temporária do tráfego pela BR-364, nos trechos entre os quilômetros 868 e 862 da rodovia, localizados em Rondônia. Nos referidos trechos a lâmina d’água que cobre a pista está com 1,40 metro de profundidade. O Estado do Acre continua isolado do restante do país por terra. (Foto: Pedro Devan).

segunda-feira, 24 de março de 2014

Novo porto na BR-364 contará com três balsas ligando o AC a RO

O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) informou que o novo porto para atracamento de balsas sobre o Rio Madeira, em Rondônia, ficaria pronto ainda neste domingo, 23. Homens do Exército, Polícia Rodoviária Federal e do DNIT realizam ações de desobstrução desde a última quinta-feira.
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Para chegar ao novo local de atracagem das balsas, os caminhoneiros terão de percorrer um caminho um pouco maior, formado por muita vegetação submersa. Eles também vão trilhar um caminho entre copas de árvores e pontos de extremo alagamento. Em alguns trechos a água já chega a cobrir a rodovia em mais de 1,50m, tornando o trânsito arriscado e prejudicando a viagem dos condutores e produtos transportados.
O novo ponto de encontro dos caminhões será liberado a cerca de 150 quilômetros da capital rondoniense.  Da última vez que se improvisou um porto na região bastou menos de cinco horas de atividade do espaço para o surgimento de novos problemas. A situação era bem menos preocupante.
O novo porto, feito na região de Nova Mutum, tinha solo extremamente úmido, e ocasionou o atolamento de três caminhões. À época, a travessia de veículos precisou ser interrompida.
No início do mês, o inspetor João Bosco Ribeiro, da PRF, reafirmou a presença de equipes e o continuo trabalho dos profissionais para resolver o problema. Ele também ressaltou preocupação, afirmando o seguinte: “Eu não vejo uma luz no fim do túnel, pelo contrário, fica mais escuro a cada dia. Hoje o rio atingiu 18,87, e vai a 19 metros. A situação está crítica. Quando a gente encontra uma alternativa, surge outro problema”, relatou o inspetor.
E a situação só se complica no dia a dia. O Rio Madeira, segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), já ultrapassa os 19,40m. O nível só era esperado para o início de abril.
Fonte: AC24horas

sexta-feira, 21 de março de 2014

CHEIA DO RIO MADEIRA: TRÁFEGO ENTRE RONDÔNIA E ACRE PELA 364 ESTÁ SUSPENSO


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Sem condições de segurança para o tráfego nos trechos inundados da BR-364 entre Porto Velho e Rio Branco, o DNIT e PRF suspenderam o trafego nos trechos inundados, que só deve ser retomado na próxima segunda-feira, quando os dois órgãos esperam ter concluído a construção de um ponto provisório para atracamento das balsas.
Na manhã desta sexta-feira, o superintendente do DNIT, Fabiano Cunha e o inspetor da PRF João Bosco Ribeiro anunciaram o bloqueio na rodovia.
Duas balsas serão recuadas em um trecho de 16 km pelo Rio Madeira, numa travessia que vai demorar cerca de doze horas.
Pelo local somente caminhões e carretas transportando alimentos, combustíveis e medicamentos terão autorização para seguir viagem.
Fonte: RONDONIAGORA

quinta-feira, 20 de março de 2014

Tráfego na BR-364 para o Acre será restrito a caminhões com alimentos e combustível

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Com a lâmina d’água subindo a cada dia sobre quatro pontos da BR 364, entre Porto Velho e Rio Branco, a Polícia Rodoviária Federal e o Departamento Nacional de Infra Estrutura e Transporte (DNIT), decidiram que a partir desta sexta-feira (21), a travessia nos trechos inundados será permitida apenas para caminhões transportando alimentos e combustível para o Acre e as regiões atingidas pela cheia em Rondônia.

A medida foi confirmada nesta quinta-feira (20), pelo inspetor João Bosco Ribeiro da PRF, durante reunião entre os governadores Tião Viana (PT) do Acre e Confúcio Moura (PMDB), de Rondônia. “Iremos checar as notas das mercadorias e se elas indicarem como destino uma localidade que não seja o Acre ou a região de Guajará Mirim e Abunã, iremos pedir para o motorista retornar. Os trechos inundados estão a cada dias mais críticos e nós e o DNIT só estamos mantendo a passagem dos veículos de carga, devido a necessidade de abastecer o estado do Acre”, disse Ribeiro aos dois governadores.

Segundo a PRF, com a rodovia em condições normais, cerca de quinhentas carretas seguiam para o Acre diariamente. Com o aumento do nível do Madeira, esse fluxo caiu quase que 90%. Caso o Acre alugue balsas para transportar os caminhões a travessia vai durar cerca de quatorze horas até a margem do rio Abunã.

Tião Viana agradeceu o apoio que seu Estado vem recebendo dos órgãos federais e do governo de Rondônia e seguiu para visitar Jacy Paraná e a região da Antiga Mutum-Paraná.
Fonte: RONDONIAGORA

quarta-feira, 19 de março de 2014

PRF CONFIRMA BURACO DE GRANDES PROPORÇÕES EM TRECHO INUNDADO DA BR-364

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Uma inspeção de rotina da Polícia Rodoviária Federal em um dos trechos inundados da BR 364, na comunidade da Antiga Vila Mutum Paraná, distante 180 km de Porto Velho, detectou a abertura de um buraco de grandes proporções em um longo trecho submerso da rodovia, próximo ao ponto provisório de atracamento das balsas.

A informação foi confirmada pelo inspetor João Bosco Ribeiro, da PRF, que esteve ontem no local e na manhã desta quarta-feira (19), retornou novamente para o trecho. Ribeiro informou que desde ontem, operários de uma empresa contratada pelo DNIT estão transportando grande quantidade de pedras para a região. A obra emergencial no local será a mesma realizada em Jacy Paraná, onde foram colocadas pedras nas laterais e sobre a pista. Ele negou, porém o rompimento da rodovia, boato espalhado ontem nas redes sociais. “A situação é crítica, mas não houve o rompimento de nenhum trecho. Estou retornando agora pra lá para acompanhar os serviços. A cada dia fica mais complicada a travessia, mas enquanto houver condições para atravessar, iremos controlar a passagem”, informou o inspetor.
Fonte: RONDONIAGORA

terça-feira, 11 de março de 2014

Cheia do rio Madeira: caminhoneiros se recusam a transportar cargas para o Acre


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Um grupo de dezessete caminhoneiros está parado em um posto de combustível na cidade de Candeias do Jamari, distante 25 km de Porto Velho, aguardando orientações das empresas para as quais prestam serviços, para definirem o destino das cargas que transportam.

Todos estão transportando mercadorias que já deveriam ter sido descarregadas em Rio Branco no último sábado, mas se recusam a seguir viagem alegando falta de segurança para trafegar na rodovia que liga Rondônia ao Acre. "A gente vem acompanhando pela imprensa e conversando com outras colegas sobre os perigos que a estrada oferece por causa da enchente. Já houve caso de caminhões abandonados no meio do trecho porque apresentaram problemas devido à agua e a gente não vai arriscar. Vamos aguardar para saber o que os contratantes vão definir", disse Fredson Caetano, um dos motoristas.
Caetano transporta uma carga de 39 toneladas de açúcar, remessa que tinja como previsão de entrega o ultimo dia 8, mas até agora cumpriu apenas metade da viagem.

A PRF disse que não vai obrigar nenhum caminhoneiro a trafegar pelos trechos inundados, mas afirmou que garante a segurança necessária para a travessia de carros de grande porte.

Fonte: RONDONIAGORA

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Nível do rio Acre volta a subir e Defesa Civil mantém famílias no parque de Exposição


Na última quinta-feira, 13, a Defesa Civil de Rio Branco iniciou a remoção das cerca de 170 famílias que estão alojadas no parque de Exposição Marechal Castelo Branco. Segundo o coronel George Santos, 32 famílias ainda chegaram a retornar para as suas casas. 

Porém, o nível do rio Acre voltou a subir e às 15 horas desta sexta-feira, 14, a cota estava em 13m72cm, acima da cota de alerta que é de 13m50cm. Dessa forma, a Defesa Civil decidiu suspender a operação volta para casa e manter as famílias nos abrigos montados dentro do parque. Como a previsão é de mais chuva para os próximos dias a ordem neste momento é aguardar.   

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Mudanças climáticas estão prejudicando filhotes de pinguins

Mudanças Climáticas intensificam o clima extremo e os bebês pinguins estão pagando o preço com suas vidas, advertiram dois estudos de longo prazo publicados nesta quinta-feira (30).
Segundo um dos artigos, publicado na revista científica PLOS ONE, chuvas torrenciais e calor incomum mataram grande número de indivíduos jovens de pinguins de Magalhães no extremo da América do Sul.
No entanto, as mudanças climáticas mataram 43% e 50% de todos os novos filhotes em dois anos de clima extremo. As avezinhas eram particularmente suscetíveis aos 9 e aos 23 dias de idade e grandes demais para ser protegidas pelos pais, mas jovens demais para desenvolver plumagem à prova d'água.Ao longo de 27 anos, uma média de 65% de filhotes morreram anualmente, segundo o estudo. Cerca de 40% morreram de fome e as mudanças climáticas foram responsabilizadas por matar uma média de 7% de filhotes por ano.
"Nós vamos ter anos em que quase nenhum filhote vai sobreviver se as mudanças climáticas causarem tempestades maiores e mais frequentes nas fases vulneráveis do acasalamento, como preveem os climatologistas", afirmou o co-autor Ginger Rebstock.
O estudo foi feito em Punta Tombo, Argentina, na maior área de acasalamento dos pinguins de Magalhães. O outro estudo publicado na PLOS ONE se concentrou nos pinguins-de-Adélia, na Antártica.
Estes pinguins foram rastreados durante 13 anos para ver como a ruptura de icebergs gigantes impactaria sua sobrevivência. Em 2001, dois icebergs maciços invadiram a área de alimentação dos pinguins, no Mar de Ross.
Os icebergs interromperam "dramaticamente" o acesso dos pinguins às suas presas, mas muitos ainda conseguiram criar seus filhotes, contou a principal pesquisadora, Amelie Lescroel, do Centro Nacional de Pesquisas Científicas francês.
Contudo, acrescentou, se eventos extremos como este ocorrer com mais frequência, "ficará muito difícil prever como as populações de pinguins vão suportar as futuras mudanças no gelo marinho", concluiu.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Intensidade dos raios ultravioleta chega a nível extremo no Brasil

O índice de radiação UV (ultravioleta) atinge nível extremo (o maior de todos) em diversas localidades do país, a partir desta quinta-feira (9) até a terça-feira (14), de acordo com previsão do Cptec/Inpe (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do  Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
O Índice Ultravioleta (IUV) é uma medida da intensidade da radiação, relevante aos efeitos sobre a pele humana, incidente sobre a superfície da Terra. O IUV representa o valor máximo diário da radiação ultravioleta. Isto é, no período referente ao meio-dia solar, o horário de máxima intensidade de radiação solar.

Como a cobertura de nuvens é algo muito dinâmico e variável, o IUV é sempre apresentado para uma condição de céu claro. Isto é, para ausência de nuvens que, na maioria dos casos, representa a máxima intensidade de radiação. A partir do nível 11 é considerado extremo.
No Rio de Janeiro, até sexta (10), o índice será 13, mas subirá para 14 nos próximos dias. Nesta quarta-feira (8), o IUV era moderado, nível 4, com nuvens, as 15h30. A temperatura marcada era de 35ºC, com previsão de dias um pouco menos quentes, com máxima de 34ºC.
Em São Paulo capital, Florianópolis e Belo Horizonte, o nível de radiação UV deve chegar ao ponto máximo de 14 já na sexta-feira (10). As temperaturas devem ficar entre 21º e 32ºC em SP. No Guarujá, o índice fica em 13 até domingo (12), quando sobe para 14, de acordo com a previsão do Inpe. 
Em Curitiba, o nível se mantém em 14 de quinta (9) a terça (14). Já em Palmas, o índice deve ficar em 13 nesta quinta (9), mas a previsão é de queda para 12 nos dias seguintes. Em Belém e Fortaleza, a previsão é de nível de radiação 12 para toda a próxima semana.  

Perigos

Os raios UV podem causar sérios danos à saúde, como o envelhecimento precoce, o câncer de pele, problemas oculares e até mesmo alterações no sistema imunológico. Eles são responsáveis também pelas queimaduras.
Para nos protegermos dos efeitos nocivos dos raios UV devemos tomar alguns cuidados. Um deles é evitar se expor ao sol entre dez da manhã e três da tarde, horário em que o sol é mais forte. Além disso, ao praticar atividades ao ar livre ou ao passar o dia na praia, devemos nos proteger com chapéus, óculos de sol e aplicar o protetor solar.
O protetor solar atua como uma barreira química que absorve os raios UV, impedindo que eles danifiquem a pele. Protetores que formam uma camada opaca sobre o corpo atuam também como uma barreira física, refletindo a luz solar.

Concentração de Ozônio

O ozônio é o principal responsável pela absorção de radiação UV. A concentração de ozônio, medida em unidades Dobson (DU), integrada na coluna atmosférica é utilizada como parâmetro de entrada no modelo computacional utilizado para o cálculo do IUV.
Essa concentração de ozônio é distribuída verticalmente de acordo com perfis atmosféricos teóricos relativos a posição geográfica da localidade. A concentração máxima de ozônio localiza-se na estratosfera (entre 20 e 40km de altitude).

Hora do dia

Cerca de 20 a 30% da quantidade de energia UV no verão chega a Terra em torno do meio-dia (entre 11h e 13h), e cerca de 70 a 80% entre as 9h e 15h. A presença de nuvens e aerossóis (partículas em suspensão na atmosfera) atenua a quantidade de radiação UV em superfície. Porém, parte dessa radiação não é absorvida ou refletida por esses elementos e atinge a superfície terrestre. Deste modo, dias nublados também podem oferecer perigo, principalmente para as pessoas de pele sensível.
A areia pode refletir até 30% da radiação ultravioleta que incide numa superfície, enquanto na neve fresca essa reflexão pode chegar a mais de 80%. Superfícies urbanas apresentam reflexão média entre 3 a 5%.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

National Geographic' divulga melhores fotos de 2013

Da BBC

Um concurso da National Geographic premiou algumas das melhores fotos feitas no ano de 2013. A incrível imagem de um urso polar emergindo do mar na baía de Hudson, no Canadá, venceu o prêmio principal.
Mas há também belas imagens premiadas ou com menções honrosas em três categorias diferentes: pessoas, lugares e natureza. Veja a galeria completa.
Esta incrível imagem de um urso polar emergindo do mar congelado na baía de Hudson, do fotógrafo Paul Souders, ganhou o prêmio principal no concurso de fotos deste ano da National Geographic.  (Foto: Paul Souders/National Geographic Photo Contest 2013)Esta imagem de um urso polar emergindo do mar congelado na baía de Hudson, do fotógrafo Paul Souders, ganhou o prêmio principal no concurso. (Foto: Paul Souders/National Geographic Photo Contest 2013)
Um rinoceronte indiano, longe de casa e preso dentro do melancólico inverno do zoológico de Toronto. Esta foto de Stephen De Lisle recebeu menção honrosa na categoria 'Natureza' (Foto: Stephen De Lisle/National Geographic Photo Contest 2013)Um rinoceronte indiano, longe de casa e preso no inverno do zoo de Toronto. A foto de Stephen De Lisle recebeu menção honrosa na categoria 'Natureza' (Foto: Stephen De Lisle/National Geographic Photo Contest 2013)
Outra imagem de natureza que recebeu menção honrosa foi a de Réka Zsirmon, feita no rio Danúbio, na Hungria.  (Foto: Réka Zsirmon/National Geographic Photo Contest 2013)Outra imagem de natureza que recebeu menção honrosa foi a de Réka Zsirmon, feita no rio Danúbio, na Hungria. (Foto: Réka Zsirmon/National Geographic Photo Contest 2013)
Julie Fletcher também foi reconhecida na categoria 'Lugares'. 'Não havia chuva ou vento, mas na distância o céu parecia carregado e bravo, colocando sua ira sobre este cemitério de árvores mortas, em um lago que costuma ficar bastante seco', explica ela. (Foto: Julie Fletcher/National Geographic Photo Contest 2013)Julie Fletcher também foi reconhecida na categoria 'Lugares'. 'Não havia chuva ou vento, mas na distância o céu parecia carregado e bravo, colocando sua ira sobre este cemitério de árvores mortas, em um lago que costuma ficar bastante seco', explica ela. (Foto: Julie Fletcher/National Geographic Photo Contest 2013)

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Fotógrafa capta momento em que crocodilo abocanha zebra no Quênia

Fotógrafa captou momento em que crocodilo devora exemplar de zebra, que atravessava o Rio Mara, no Quênia (Foto: Rebecca Blackwell/AP)Fotógrafa captou momento em que crocodilo devora exemplar de zebra, que atravessava o Rio Mara, no Quênia (Foto: Rebecca Blackwell/AP)
A fotógrafa Rebecca Blackwell, da Associated Press, clicou o momento em que um enorme crocodilo do Rio Mara, no Quênia, devora uma zebra. O flagrante aconteceu na terça-feira (3), no Parque Maasai Mara.

Segundo a agência, milhares de animais que tinham saído da região durante o processo tradicional de migração, rumo ao Parque Nacional Serengeti, no sul da Tanzânia, estão retornando antes do tempo previsto.

Guardas florestais afirmam que os bichos encontraram condições insuficientes de pasto na região e a forte seca que atinge a Tanzânia pode ter influenciado o retorno.
Durante a travessia de volta ao Quênia, os animais precisam atravessar rios. São nesses momentos que crocodilos aproveitam para “fazer uma boquinha”.
Grupos de gnus e zebras voltam para o Parque Maasai Mara, no Quênia, após migrarem para reserva na Tanzânia (Foto: Rebecca Blackwell/AP)Grupos de gnus e zebras voltam para o Parque Maasai Mara, no Quênia, após migrarem para reserva na Tanzânia (Foto: Rebecca Blackwell/AP)
Gnus atravessam rio rumo à reserva natural no Quênia (Foto: Rebecca Blackwell/AP)Gnus atravessam rio rumo à reserva natural no Quênia (Foto: Rebecca Blackwell/AP)

sábado, 16 de novembro de 2013

ONU diz que 2013 pode ser o 7º ano mais quente desde 1850

O ano de 2013 tem tudo para ser considerado pela Organização Meteorológica Mundial como o sétimo mais quente desde 1850, quando foram iniciadas as medições deste tipo pela instituição. De janeiro a setembro, a temperatura global subiu 0,48º C acima da média registrada entre 1961 e 1990.
As informações foram divulgadas na manhã desta quarta-feira (13) durante coletiva de imprensa em Varsóvia, na Polônia, onde acontece a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 19.
O documento afirma que os nove primeiros meses do ano aparecem, ao lado de 2003, no sétimo lugar entre os mais quentes da história e pode ser considerado um dos dez mais quentes já registrados.
Enquanto em 2012 as temperaturas extremas foram registradas nos Estados Unidos, em 2013 o calor foi mais intenso na Austrália.
O texto confirmou ainda que nível do mar tem subido, em média, 3,2 mm anualmente desde que as medições por satélite foram iniciadas, em 1993. A taxa é considerada "um novo recorde" pela agência da Organização das Nações Unidas (ONU).
Segundo o relatório, a taxa observada de aumento do nível do mar entre 2001 e 2010 era de 3 mm e a média observada no século passado foi de 1,6 mm de elevação ao ano.
Para Michel Jarraud, secretário-geral da organização, as concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2)  e outros gases de efeito estufa atingiram níveis máximos de emissões em 2012 e “nós esperamos que eles atinjam níveis sem precedentes, mais uma vez, em 2013. Isso significa que estamos comprometidos com um futuro mais quente”, explicou.
Segundo relatório da OMM:
- Até setembro de 2013 as temperaturas registradas colocam o ano como o 7º mais quente desde 1850, empatado com 2003;
- Até o início de novembro, foram registrados 86 ciclones tropicais, tufões e furacões no planeta;
- Nível do mar tem elevado, em média, 3,2 mm/ano desde 1993.
 
Segundo ele, o nível dos oceanos subiu 20 centímetros apenas no século passado “fazendo com que as populações costeiras fiquem mais vulneráveis a tempestades. Vimos isso com consequências trágicas nas Filipinas”, disse o porta-voz da organização meteorológica.
Até o início de novembro deste ano, foram registrados 86 ciclones tropicais, de tufões a furacões no Atlântico. O índice se aproxima da média registrada entre 1981 e 2010, quando, anualmente, ocorreram 89 grandes tempestades.
Entre as tempestades registradas este ano está o tufão Haiyan, que atingiu as Filipinas e causou destruição em muitas cidades do país.
Dados regionais
De acordo com o texto da agência da ONU, as temperaturas na América do Norte ficaram acima acima da média em 2013, mas foram mais moderadas que em 2012.

A Austrália registrou entre novembro de 2012 e novembro de 2013 temperaturas consideradas “as maiores de todos os tempos”. Em alguns locais do país, os termômetros registraram 49,6º C. Na Ásia, o Japão teve o verão mais quente já registrado. A China e a Coreia do Sul registraram em agosto temperaturas altas.

Sobre a quantidade de chuvas, o relatório apontou que a América do Sul registrou uma quantidade de precipitação muito abaixo da média, principalmente no Nordeste do Brasil, “onde partes desta região sofreram com a pior seca em 50 anos no início de 2013”. O texto afirma ainda que o Planalto brasileiro experimentou seu maior déficit de chuvas desde que os registros começaram, em 1979.

Já Alemanha, Polônia, Áustria, Suíça e outros países da Europa tiveram índices extremos de chuva no fim de maio e começo de junho, com inundações na região dos rios Danúbio e Elba.

Seca no Nordeste (Foto: TV Globo)Região Nordeste do Brasil sofreu este ano uma das piores secas já registradas (Foto: TV Globo)

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Briga de gente grande na Amazônia!


Emissões nacionais caíram 36,7% entre 2005 e 2012, apontam ONGs


Levantamento feito por uma rede de organizações ambientais do país, e que analisou as emissões de gases de efeito estufa do Brasil entre 1990 e 2012, aponta que entre 2005 e 2012 a quantidade de gases liberados no país caiu 36,7%.
A redução foi puxada pelo setor de mudanças do uso do solo, que engloba índices de desmatamento. A diminuição foi de 68% em sete anos, segundo o estudo.
Os números são paralelos ao levantamento do governo federal divulgado este ano, que analisou as emissões até 2010 e constatou queda de 38,7% desde 2005.
No entanto, os números alternativos apontaram alta de 7,9% na quantidade de gases-estufa liberada pelo país ao analisar os últimos 22 anos, enquanto que as informações oficiais estimaram queda de 10,5% entre 1990 e 2010.
Os dados foram levantados pelo Observatório do Clima e fazem parte do Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa (Seeg), plataforma on-line lançada nesta quinta-feira (7).
Seu objetivo, segundo Tasso Azevedo, consultor de sustentabilidade e clima e principal coordenador do sistema, será garantir informações claras sobre as emissões de gases nacionais, com atualização anual, além de ampliar a capacidade de entendimento da sociedade civil sobre como lidar com os gases-estufa lançados pelo país.
A plataforma analisou as emissões brutas, sem contabilizar dados de sequestro de carbono por meio de florestas em pé – metodologia utilizada pelo governo federal para realizar o inventário nacional de emissões. Pparalelo aos dados do governo, o estudo utilizou informações dos inventários nacionais lançados anteriormente.
Termelétrica de Cuiabá volta a funcionar (Foto: Assessoria/EPE)Usina termelétrica em Cuiabá, que foi acionada
este ano(Foto: Assessoria/EPE)
Apesar de queda, número é alto
Segundo o Seeg, em 2005 as emissões nacionais foram de 2,34 bilhões de toneladas de CO2 equivalente.

Já em 2012, a estimativa caiu para 1,48 bilhão de toneladas de CO2 equivalente (medida que soma emissões de ao menos seis gases poluentes, como o metano, o dióxido de carbono e óxido nitroso).
Os índices dos dois anos analisados foram maiores que as emissões nacionais de 1990, quando o país registrou 1,39 bilhão de toneladas de CO2. No mundo, entre 90 e 2012, as emissões cresceram 37% e passaram de 38 bilhões de toneladas de CO2 equivalente para 52 bilhões de toneladas.
Em 2012, mudanças no uso da terra (que incluem desmatamento) foi o setor que mais emitiu gases. Agropecuária foi o segundo setor que mais emitiu, seguido da energia, processos industriais e resíduos sólidos.

A área de energia foi a que registrou maior crescimento de emissões nas últimas duas décadas. O total passou de 193 milhões de toneladas de CO2 em 1990 para 436 milhões de toneladas em 2012, crescimento de 126% em 22 anos.

“Apenas nos últimos dois anos, as emissões do setor energético aumentaram 13%, graças ao maior consumo de gasolina (+34%) e redução do consumo de álcool (-30%). Além disso, foram acionadas usinas termelétricas (movidas a carvão) por conta da seca no Nordeste. Nos tornamos menos eficientes nessa parte e estamos fazendo com que as emissões cresçam mais rápido do que a nossa economia”, explicou Azevedo.
Ele explicou ainda que o setor deve aumentar ainda mais suas emissões se o país não crescer a participação de fontes renováveis na matriz energética.
Com informações do globonatureza

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Amazônia teve mais de 400 espécies descobertas em quatro anos


A piranha 'vegetariana' Tometes camunani (Foto: Marcelo C. Andrade / Tommaso Giarrizzo / Michel Jégu/Tropical Ichtiology)A piranha 'vegetariana' Tometes camunani (Foto: Marcelo C. Andrade / Tommaso Giarrizzo / Michel Jégu/Tropical Ichtiology)
Mais de quatrocentas espécies de animais e plantas, entre elas uma piranha vegetariana, foram descobertas na região do Amazonas nos últimos anos, anunciou o Fundo Mundial para a Natureza (WWF).
Duzentos e cinquenta e oito plantas, 84 peixes, 58 anfíbios, 22 répteis, 18 pássaros e um mamífero - um macaco titi -, foram descobertos entre 2010 e 2013 na vasta região sul-americana, segundo um comunicado do escritório britânico da organização ecológica.
"Quanto mais os cientistas olham, mais encontram", explicou Damian Fleming, chefe dos programas do Brasil e do Amazonas na WWF-UK.
"Com uma média de duas novas espécies identificadas a cada semana nos últimos quatro anos, fica claro que a extraordinária Amazônia é um dos centros de biodiversidade mais importantes do mundo".

Entre as espécies descobertas, destaca-se o macaco titi Caqueta (Callicebus caquetensis), cujas crias têm um traço peculiar. A WWF-UK acredita que estas espécies se encontram apenas em partes reduzidas da região amazônica, o que supõe uma ameaça por causa do desmatamento. "A descoberta destas novas espécies reafirma a importância de assumir compromissos e gerenciar de modo sustentável esta biodiversidadúnica", afirmou Fleming.

"Quando eles se sentem contentes, ronronam como gatinhos", afirmou cientista Thomas Defler, que ajudou a descrevê-lo.
Também chama a atenção a piranha vegetariana (Tometes camunani), que se alimenta de algas.
Macaco Callicebus caquetensis (Foto: Javier Garcia/AP)Macaco Callicebus caquetensis (Foto: Javier Garcia/AP)

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Estudo diz que risco de seca no sul da Amazônia é maior do que se pensava


Novo estudo publicado pela revista “PNAS”, da Academia Nacional de Ciências dos EUA, alerta que a vegetação do sul da Amazônia tem um risco maior de mortalidade por causa da seca do que avalia o mais recente relatório de mudanças climáticas da ONU.
As medições de chuva apontam que, desde 1979, a estação seca amazônica tem aumentado em uma semana por década, enquanto a temporada de queimadas também tem se estendido.
O trabalho de Rong Fu, da Universidade do Texas, e sua equipe, contrasta fortemente com as previsões do painel climático da ONU, o IPCC, que considera que a estação seca na floresta amazônica deverá estar no máximo 10 dias mais longa até o fim do século, mesmo nos cenários mais negativos.
Segundo Fu, a duração da estação de seca é o mais importante fator de controle da floresta. “Se ela for muito longa, a floresta não sobrevive”, alerta o pesquisador. A estação de seca é importante porque o solo amazônico tem capacidade limitada de absorver água durante o período de chuvas, ou seja, a floresta tem um máximo de umidade de que disporá durante a estiagem.
Os autores acreditam que a mudança climática causada pelo homem é a explicação mais provável para o aumento da estação sec a na Amazônia, pois bloqueia a chegada de frentes frias subtropicais, que poderiam estimular a precipitação sobre a floresta, e, além disso, dificulta que o ar quente e seco próximo ao solo se misturar com massa frias e úmidas mais altas.
A Amazônia, em geral, costuma absorver carbono da atmosfera. No entanto, quando passa pro secas muito prolongadas, pode se tornar um ecossistema que libera carbono, contribuindo para o aquecimento global. Os pesquisadores alertam que, com o aumento das estações secas, esse processo pode se tornar norma, em vez de se exceção.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Senado aprova projeto de lei que restabelece antigo horário do Acre e faz valer plebiscito de 2010

O Senado aprovou nesta terça-feira,8, projeto de lei que revoga a lei que alterou o fuso horário do Acre e de parte do Amazonas. A lei passou por referendo no Acre e a população rejeitou a mudança. Com isso, um novo projeto passou a tramitar para revogar a alteração e fazer valer a vontade popular de permanecer com o fuso horário que historicamente vigorou no estado.
Com a aprovação do projeto, o Acre e parte do Amazonas voltam a ter duas horas a menos que Brasília. A lei rejeitada no referendo previa que eles passariam a ter apenas uma hora a menos em relação à capital federal.
“Não havia necessidade dessa mudança de horário. O correto seria fazer um plebiscito para saber se o povo do Acre queria mudar de horário ou não. Como não feito, agora vamos fazer valer a vontade do povo acreano”, disse o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) ao defender a aprovação do projeto.
Uma emenda de redação foi aprovada para separar os artigos que tratam dos horários do Acre e de parte do Amazonas. Dessa forma, se a presidenta Dilma Rousseff assim desejar, ela poderá vetar o trecho que trata apenas do Amazonas, onde não houve referendo e não há obrigatoriedade de a lei anterior ser revogada. Como a emenda foi apenas de redação, a matéria não precisará retornar para a Câmara dos Deputados e segue para sanção presidencial.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Frio fora de época: Nova frente fria chega ao Acre nesta terça-feira; 2013 é o mais frio dos últimos anos


Outubro chegou e com ele uma nova frente fria está prevista para atingir o estado nesta terça-feira, 1. Desta vez de fraca intensidade, mas que provocará muita chuva, na maior parte do Acre, afirma o climatologista Davi Friale. 

Em algumas áreas, poderão ocorrer chuvas fortes acompanhadas de raios, ventanias e, eventual, queda de granizo, principalmente, a partir da tarde, nos municípios de Feijó, Tarauacá, Cruzeiro do Sul, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Rodrigues Alves, Mâncio Lima, Jordão e Santa Rosa do Purus.

Na capital acreana e em Brasileia, os ventos mudam de direção, ainda, pela manhã, e passam a soprar de sudeste deixando do dia ventilado e com temperatura agradável, a partir do início da tarde.

A temperatura máxima cai bastante, na terça-feira, e deverá ficar entre 26 e 29ºC, em Rio Branco, Brasileia e municípios adjacentes. No centro do estado e no vale do Juruá, as máximas cairão bastante, na quarta-feira, ficando entre 25 e 28ºC.

As mínimas não terão queda significativa e deverão oscilar entre 17 e 19ºC, em Rio Branco e Brasileia. Em alguns pontos, poderão ocorrer transtornos à população, devido aos temporais, principalmente, no centro e no oeste do estado.