terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Guarda florestal flagra cobra engolindo canguru na Austrália

Da France Presse

Um guarda florestal australiano registrou o momento em que uma píton engolia trabalhosamente um canguru inteiro no parque nacional Nitmiluk (Foto: Reprodução/Facebook/Northern Territory Parks and Wildlife)Um guarda florestal australiano registrou o momento em que uma píton engolia trabalhosamente um canguru inteiro no parque nacional Nitmiluk (Foto: Reprodução/Facebook/Northern Territory Parks and Wildlife)
Um guarda florestal australiano imortalizou o momento em que uma píton engolia trabalhosamente um canguru inteiro, um alimento que ela pode levar até três meses para digerir.
Paul O'Neill, funcionário do parque nacional Nitmiluk, no Território do Norte, se converteu em espectador do banquete na segunda-feira ao ouvir os sons de alerta dos pássaros.
"Primeiro vi uma cobra, uma píton de oliva, mas ao olhar mais de perto vi que havia acabado de matar um canguru jovem e se preparava para devorá-lo", explicou O'Neill à AFP. "É a maior presa que uma serpente deste tamanho pode comer", acrescentou.
A píton media entre 2,5 e 3 metros de comprimento. Precisou de 40 minutos para engolir a presa, enquanto o guarda florestal tirava fotos da cena (Foto: Reprodução/Facebook/Northern Territory Parks and Wildlife)A píton media entre 2,5 e 3 metros de comprimento. Precisou de 40 minutos para engolir a presa, enquanto o guarda florestal tirava fotos da cena (Foto: Reprodução/Facebook/Northern Territory Parks and Wildlife)
A píton media entre 2,5 e 3 metros de comprimento. Precisou de 40 minutos para engolir a presa, enquanto o guarda florestal tirava fotos da cena.
"Realmente teve problemas para tragar a protuberância do ventre, depois o canguru deslizou", disse. "Este alimento durará entre dois e três meses", afirmou.
Segundo ele, provavelmente a píton surpreendeu o canguru enquanto ele comia ameixas caídas de uma árvore e o matou asfixiando-o.
A píton de oliva, uma cobra constritora, é uma das maiores da Austrália. Pode medir até 4,5 metros de comprimento e pesar até 20 km. Não é venenosa e tem, sobretudo, hábitos noturnos.
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Lista global põe Petrobras entre as 20 empresas que mais poluíram


Petrobras foi apontada como uma das 20 empresas do mundo que mais lançaram gases-estufa à atmosfera em 2013, de acordo com relatório que analisou as emissões das 500 maiores companhias do planeta, feito pelo grupo de comunicação e informação financeira Thomson Reuters.
O estudo divulgado nesta semana informa que, sozinha, a estatal brasileira emitiu 73,4 milhões de toneladas de CO2 equivalente (medida que soma a concentração de dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e outros gases), ficando na 20ª posição do ranking.
Somados os poluentes da Petrobras e de outras 19 corporações de países como China, Índia, Alemanha e Estados Unidos, o total emitido salta para 2,76 gigatoneladas de CO2 equivalente.
Já as 500 empresas juntas lançaram 4,96 gigatoneladas de poluentes, 13,8% do total das emissões globais de 2013, que vêm da queima de combustíveis fósseis, do desmatamento e outras atividades humanas.
O documento não apresenta o quanto de gases foi produzido pela companhia brasileira em 2010, ano-base considerado pelo relatório. Mas a Petrobras admite o acréscimo nas emissões, alegando que é resultado do uso acentuado de termelétricas, acionadas “em níveis acima da média usual” em função dos baixos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas (leia mais abaixo).
O montante de gases-estufa produzido pelo “grupo dos 500” é 3,1% maior em relação a 2010. A alta é preocupante já que, segundo o relatório, é preciso diminuir a quantidade de gases-estufa, não aumentá-la. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o ideal era que, por ano, as emissões do setor privado caíssem em média 1,4%. O que se viu, no entanto, foi uma alta anual média de 1%.
De acordo com um painel internacional de cientistas ligado à ONU, o IPCC, uma maior quantidade de gases-estufa na atmosfera pode aumentar a temperatura do planeta e causar distúrbios no clima, como secas, enchentes, degelo dos polos e aumento do nível do mar.
Os especialistas afirmam que é preciso diminuir entre 40% e 70% do total de gases lançados até 2050 e zerar essa taxa até 2100 para conter a elevação da temperatura global em 2ºC. A temperatura média da Terra já subiu 0,85ºC com relação à era pré-industrial.
A Vale S/A, mineradora do Brasil, é apresentada no documento como exemplo de redução de emissões após alterações na estrutura da companhia. A diminuição de investimentos na área de alumínio e ferro-gusa ajudaram a cortar em 23% o montante de gases-estufa produzido.222 
tiveram redução nas emissões
De acordo com Tim Nixon, diretor de sustentabilidade da Thomson Reuters e coautor do relatório, 222 empresas da lista apresentaram queda das emissões. Algumas por investir mais na inovação tecnológica e eficiência energética. Outras, por desinvestimentos ou problemas econômicos.

Segundo ele, as empresas em questão estão dispostas a “descarbonizar” a economia, ou seja, contribuir para diminuir os impactos ambientais e frear o aquecimento global. No entanto, é preciso traçar uma trajetória melhor para ter mais êxito nesta luta.
Fonte: G1natureza

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

2014 pode ser o ano mais quente desde 1850, diz agência da ONU




O ano de 2014 caminha para ser um dos mais quentes já registrados, senão o mais quente, caso as temperaturas permaneçam acima da média até o fim de dezembro. A informação preliminar foi divulgada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), na Conferência Climática das Nações Unidas, a COP 20, em Lima.

Na prévia do relatório “Status Global do Clima 2014”, a agência da ONU apontou que de janeiro a outubro deste ano a temperatura média da superfície da Terra e dos oceanos foi de 14,57 graus centígrados, 0,57ºC acima da média entre 1961 e 1990, período usado como referência pela OMM.

O recorde até então é de 0,55 grau centígrado, registrado em 2005 e 2010. Se as temperaturas de novembro e dezembro seguirem essa tendência, 2014 passará a ser considerado o ano mais quente desde 1850, quando esse tipo de medição foi iniciado.

A confirmação só deve acontecer no primeiro trimestre de 2015. Mas para a OMM, já é possível afirmar que dos 15 anos mais quentes da história, 14 foram no século 21.

“O que vimos neste ano é consistente com o que esperamos de um clima em mudança”, disse Michel Jarraud, secretário-executivo da OMM, em comunicado divulgado pela instituição. “As emissões recordes de gases-estufa associadas às concentrações de gases na atmosfera estão levando o planeta para um futuro incerto e inóspito”, complementou.

A análise é feita a partir de resultados obtidos pela Agência Americana Oceânica e Atmosférica, a NOAA, o Met Office, da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, e a agência espacial americana, a Nasa.


Impactos no Brasil
O documento da OMM cita a seca na região Sudeste do Brasil como uma das anomalias que ocorreram em consequência da temperatura global maior.

De acordo com o texto, a seca severa em áreas do leste do país e na região central “causou um déficit hídrico grave que se estende por mais de dois anos. A cidade de São Paulo tem sido particularmente afetada com a grave escassez de água e o baixo nível do reservatório Cantareira”, disse o informe.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Asfalto desmorona e BR-364 tem trecho interditado parcialmente em RO



Um trecho da BR-364, na altura do Distrito de Vista Alegre do Abunã, em Rondônia, desmoronou e a Polícia Rodoviária Federal interditou parcialmente a rodovia para a passagem de apenas um veículo por vez.

O fenômeno foi ocasionado pelas fortes chuvas que atingem a região. O nível do Rio Madeira está em 15m68cm próximo à balsa. Mas essa medida ainda está a dois metros da cota de transbordamento.


De acordo com o coordenador da Defesa Civil Estado do Acre, Coronel Gundim, não existe previsão de uma nova cheia como a ocorrida no mês de março deste ano. “Não adianta ficar assustando a população sobre esse fato. Trabalhamos em cima de informações verdadeiras”, disse.    

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Encontrado na Bolívia fósseis de animal pré-histórico


Uma reserva de gonfotérios, ou mastodontes, foi encontrada no sudeste da Bolívia, em uma rica região paleontológica, uma descoberta que pode permitir a realização de um estudo chave sobre estes animais, que viveram entre 10.000 e 12.000 anos, informou um pesquisador nesta quarta-feira. 

"A descoberta deste novo sítio se deu graças aos moradores, que relataram a existência de 'ossos de gigantescos cavalos'", contou à AFP o cientista da Sociedade Científica Universitária de Paleontologia (Sociupa) de Sucre, capital de Chuquisaca, Omar Medina.

Ele explicou que nas últimas semanas, "foram feitas visitas ao sítio 'KolpaKasa' (em Chuquisaca), com uma área de aproximadamente 1.500 metros quadrados e os restos encontrados são claramente atribuídos a gonfotérios".

Medina, que chefia pesquisas no departamento de Chuquisaca, explicou que "foram recuperadas, principalmente, vértebras e fragmentos de molares".

"É uma jazida chave para poder estudar estes animais, sua distribuição e/ou migração pelo território sul da Bolívia", disse, instando a realização de tarefas para evitar uma deterioração maior por efeito de erosão.

Em Chuquisaca foram encontradas nas últimas décadas fósseis de diferentes épocas pré-históricas, entre eles, também de mastodontes.

Nos arredores de Sucre fica a reserva Cal Orcko (morro de cal, em quéchua), uma das maiores jazidas do mundo de fósseis, com mais de 5 mil vestígios de 65 milhões de anos, ao final do Cretáceo.

Medina acredita que o sudeste da Bolívia, na cabeceira do Chaco do país, se situa como a meca da paleontologia mundial, pela variedade das peças encontradas, embora a ajuda estatal continue sendo escassa.

Fonte: UOL

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Rio Tarauacá deixa mais de 5 mil famílias no interior do Acre


A maior enchente da história de Tarauacá, município distante 450 km da capital Rio Branco, já atingiu  mais de 5,3 mil famílias. O nível do Rio Tarauacá chegou a 12m90cm, a cota de transbordamento é de 9m50. Apesar de 80% da cidade estar embaixo d'água, os moradores insistem em permanecer nos imóveis. 

Homens da Defesa Civil do Estado trabalham dia e noite no socorro às vítimas da alagação. A aldeia indígena Esperança, da etnia yawanawá, também está isolada pela cheia do Rio Gregório. Sete casas da comunidade foram levadas pela força das águas. O gado está ilhado no que sobrou da terra firme. A boa notícia é que na tarde desta quarta-feira, 19, o nível do Rio Tarauacá começou a dar sinais de vazante. 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Rondônia foi o Estado que mais desmatou a Amazônia em setembro, aponta pesquisa


O desmatamento na Amazônia Legal chegou a 402 km² em setembro de 2014 - um aumento de 290% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram desmatados 103 km². O monitoramento foi feito pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), da organização de pesquisa Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), de Belém (PA).
De acordo com o boletim publicado pelo Imazon e revelado pelo jornal Folha de S.Paulo, a perda florestal acumulada no período de agosto a setembro de 2014 - que corresponde aos dois primeiros meses do calendário oficial de medição do desmatamento - chegou a 838 km². O aumento foi de 191% em relação ao período de agosto a setembro de 2013, quando foram desmatados 288 km².
Em setembro de 2014, o monitoramento foi realizado em 93% do território da Amazônia Legal. Por causa da cobertura de nuvens, em setembro do ano anterior o monitoramento abrangia 79% do território.
Segundo boletim, 59% do desmatamento detectado em setembro de 2014 foi registrado em áreas privadas. O restante foi registrado em assentamentos de reforma agrária (20%), Unidades de Conservação (19%) e terras indígenas (2%).
Rondônia foi o Estado mais afetado pelo desmatamento, com o registro de um terço de toda a derrubada de árvores apontada pelo Imazon. O restante se distribuiu entre Pará (23%), Mato Grosso (18%), Amazonas (12%), Acre (10%), Roraima (4%) e Tocantins (1%). Os municípios que mais desmataram foram Nova Mamoré (RO), Novo Progresso (PA) e Colniza (MT), respectivamente com 53,1 km², 30,1 km² e 25,5km² de floresta derrubada.
Além dos dados sobre corte raso na mata, o Imazon divulgou também números sobre a degradação florestal - áreas onde a floresta não foi inteiramente suprimida, mas foi intensamente explorada ou atingida por queimadas. Em setembro, as florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 624 km². Em relação a setembro de 2013 houve um aumento de 3.797%, quando a degradação florestal somou apenas 16 km².

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Cabra nasce com rosto humano e criadores são acusados de terem tido relações sexuais com a mãe do animal


Uma cabra deu à luz a um filhote com um rosto humano, mas sem vida, em uma fazenda na região de Salta, na Argentina. Após um amigo dos donos da fazenda publicar as fotos em uma rede social, os criadores foram acusados de terem tido algum tipo de relação sexual com a mãe do animal.

Após virar alvo de abusos verbais e acusações de zoofilia por moradores locais, eles tiveram que se esconder.
Apesar das acusações, a mulher do fazendeiro, Olga Villalba disse acreditar que a deformação seja consequência de pesticidas na região.

— O animal já estava morto quando nasceu. Só queremos enterrá-lo o mais rápido possível. Foi claramente uma mutação genética causada pelo uso excessivo de agrotóxicos — explicou.

As informações são do Daily Mail.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Navios estrangeiros roubam água dos rios da Amazônia

Depois de sofrer com a biopirataria, com o roubo de minérios e madeiras nobres, agora a Amazônia está enfrentando o tráfico de água doce. Uma nova modalidade de saque aos recursos naturais denominada hidropirataria. Cientistas e autoridades brasileiras foram informadas que navios petroleiros estão reabastecendo seus reservatórios no Rio Amazonas antes de sair das águas nacionais. Porém a falta de uma denúncia formal tem impedido a Agência Nacional de Águas (ANA), responsável por esse tipo de fiscalização, de atuar no caso. 
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Enquanto as grandes embarcações estrangeiras recriam a pirataria do Século 16, a burocracia impede o bloqueio desta nova forma de saque das riquezas nacionais.
Ivo Brasil, Diretor de Outorga, Cobrança e Fiscalização da Agência Nacional de Águas, sabe desta ação ilegal; contudo, aguarda uma denúncia oficial chegar à entidade para poder tomar as providências necessárias. “Só assim teremos condições legais para agir contra essa apropriação indevida”, afirmou.
O dirigente está preocupado com a situação. Precisa, porém, dos amparos legais para mobilizar tanto a Marinha como a Polícia Federal, que necessitam de comprovação do ato criminoso para promover uma operação na foz dos rios de toda a região amazônica próxima ao Oceano Atlântico. “Tenho ouvido comentários neste sentido, mas ainda nada foi formalizado”, observa.
A defesa das águas brasileiras está na Constituição Federal, no Artigo 20, que trata dos Bens da União. Em seu inciso III, a legislação determina que rios e quaisquer correntes de água no território nacional, inclusive o espaço do mar territorial, é pertencente à União.
Isto é complementado pela Lei 9.433/97, sobre Política Nacional de Recursos Hídricos, em seu Art. 1, inciso II, que estabelece ser a água um recurso limitado, dotado de valor econômico. E ainda determina que o poder público seja o responsável pela licença para uso dos recursos hídricos, “como derivação ou captação de parcela de água”. O gerente do Projeto Panamazônia, do INPE, o geólogo Paulo Roberto Martini, também tomou conhecimento do caso em conversa com técnicos de outros órgãos estatais. “Têm nos chegado diversas informações neste sentido, infelizmente sempre estão tirando irregularmente algo da Amazônia”, comentou o cientista, preocupado com o contrabando. 
Os cálculos preliminares mostram que cada navio tem se abastecido com 250 milhões de litros. A ingerência estrangeira nos recursos naturais da região amazônica tem aumentado significativamente nos últimos anos. 

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Igarapé Preto em Cruzeiro do Sul (AC)


Lei da selva: ataque certeiro de leão mata gnu no Quênia


Um leão levou menos de 60 segundos para abater sua presa, um gnu, em um poderoso ataque registrado na Reserva Nacional Masai Mara, no Quênia.
Com uma área de mais de 1,5 mil quilômetros quadrados, o parque é um dos mais conhecidos da África.
Suas planícies abrigam uma grande população de gnus, que são antílopes de grande porte que vivem mais ao sul do continente. O momento exato do golpe foi flagrado pelo fotógrafo Aditya Singh, da Índia.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Piloto de avião é encontrado vivo após três dias de buscas no Acre



O piloto Jonas Guilherme, 60, desaparecido desde o último domingo, depois de cair com sua aeronave numa área de mata fechada, na região do lago Palmari, entre os municípios de Sena Madureira e Manoel Urbano (AC), foi encontrado com vida por uma equipe de socorristas do Corpo de Bombeiros e Polícia Miliar, na tarde desta quarta-feira, 8. 

As primeiras informações dão conta de que o avião, um monomotor, teria caído devido a uma pane seca - falta de combustível - e o piloto tentou pousar em um rio da região, mas caiu em meio a floresta.

Sobre os três dias que ficou perdido na floresta, o piloto conta que não procurou ajuda e ficou o tempo todo ao lado da aeronave. Para sobreviver ele tomou água. "Não havia o que comer, por isso procurei beber bastante líquido para não desidratar", disse.  

"Ele está um pouco debilitado, mas passa bem. Jonas foi levado de helicóptero para o hospital, em Sena Madureira, onde foi avaliado", informou por telefone o coordenador da Defesa Civil Estadual, Coronel Gundim.  

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Leão é atropelado e morto por búfalos na África

Um leão que se aproximou demais de búfalos no parque de Kruger (África do Sul) acabou levando a pior: identificado como ameaça, o felino foi atropelado e morto pela manada. O rei da selva tentou escapar, mas não conseguiu.

As fotos foram feitas por Lyle Gregg, que trabalha no parque. O leão já estava enfraquecido por causa de um embate anterior, após o qual perdeu quatro fêmeas, e não resistiu à ferocidade dos búfalos. 

"Esse leão pertencia a uma linhagem que eu conhecia muito bem. Eu o via diariamente nos últimos dois anos. Ele tinha sido expulso por cinco machos de outra linhagem e estávamos preocupados porque ele havia sido duramente ferido e estava lento demais", contou Lyle.






Fonte: UOL

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Acre e Amapá são os únicos Estados que reduziram o desmatamento em 2013, aponta Inpe


O desmatamento na Amazônia teve alta de 29% no período entre agosto de 2012 e julho de 2013 em relação aos 12 meses anteriores, indicam os resultados finais do monitoramento da floresta divulgados pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) nesta quarta-feira (10).
Os Estados do Mato Grosso e do Maranhão tiveram o maior aumento no corte de florestas, com 50% de alta. As maiores áreas devastadas estão nos Estados do Pará (2.346 km2) e do Mato Grosso (1.139 km2).  
Outros Estados que compõe a Amazônia Legal também tiveram aumento: Tocantins (42% de alta), Roraima (37%), Pará (35%), Rondônia (21%) e Amazonas (11%). A redução no desmatamento foi verificada apenas no Acre (28% de queda) e no Amapá (12%). 
O resultado do Prodes (Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica por Satélites) aponta que foi desmatada uma área de 5.891 km2 da floresta. Em novembro de 2013, um resultado parcial da pesquisa indicava 5.843 km2 de área devastada.
O monitoramento identifica pontos de desmatamento por corte raso, que é a remoção completa da cobertura florestal, em áreas superiores a 6,25 hectares (62,5 mil m2). Por detectar o corte de floresta em áreas pequenas, é o mais preciso sistema de fiscalização.
Apesar do aumento, a área desmatada em 2013 é a segunda menor desde 1988, quando o monitoramento começou a ser feito, atrás apenas da divulgada em 2012 (4.571 km2).

Segundo o Inpe, o resultado aponta eficácia no combate ao desmatamento, com redução de 79% desde 2004.

Fonte: Uol

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Nível do Rio Acre já preocupa a Defesa Civil



Com 2m18cm o nível do Rio Acre começa a preocupar a Defesa Civil. O manancial é a principal fonte de captação de águas dos municípios de Assis Brasil, Epitaciolândia, Brasileia, Xapuri, Porto Acre e da capital Rio Branco. É exatamente neste período o pico da estiagem na região amazônica. "Estamos monitorando o nível do Rio Acre diariamente. A navegação de embarcações maiores já está comprometido".Comentou o coordenador da Defesa Civil Estadual, Coronel Gundim.

   

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Homem acelerou em mil vezes a taxa de extinção de espécies, diz estudo

30/05/2014 11h50 - Atualizado em 30/05/2014 11h57

Homem acelerou em mil vezes a taxa de extinção de espécies, diz estudo

Pesquisa foi publicada na edição impressa da revista 'Science'.
Apesar do alarme, tecnologia dá esperança para preservar biodiversidade.

Do G1, em São Paulo
Mapa mostra distribuição de espécies de aves ameaçadas de extinção nas Américas, com grandes concentração nas florestas costeiras do Brasil e no Norte dos Andes (Foto: Divulgação/Clinton Jenkins/Science)Mapa mostra distribuição de espécies de aves ameaçadas de extinção nas Américas, com grandes concentração nas florestas costeiras do Brasil e no Norte dos Andes (Foto: Divulgação/Clinton 
Um novo estudo publicado nesta sexta-feira (30) na edição impressa da revista “Science” afirma que as ação humana acelerou em mil vezes a taxa de extinção das espécies de plantas e animais do planeta, em comparação com a taxa natural.
Os dados levantados pelo biólogo Stuart Pimm, da Universidade Duke, dos Estados Unidos, apontam que antes dos humanos, o ritmo de extinção era de uma espécie a cada 10 milhões por ano. Atualmente, essas cifras são de 100 a cada 1.000 por ano.
Apesar dos números alarmantes, o investigador afirma que está otimista porque novas tecnologias permitem aos ambientalistas intensificar esforços para manter a biodiversidade.
O dodó, tipo de ave que foi extinto da natureza devido à ação humana (Foto: Jacob Hoefnagel/Wikimedia Commons)O dodó, tipo de ave que foi extinto da natureza
devido à ação humana (Foto: Jacob Hoefnagel/
Wikimedia Commons)
Entre eles está a criação de um mapa, desenvolvido pelo cientista Clinton Jenkins, do Instituto de Pesquisas Ecológicas, localizado no Brasil, que mostra onde as espécies mais vulneráveis vivem.
O método ajuda a definir prioridades de conservação desses locais e, desta forma, evitar o desaparecimento de animais ou plantas.
Historicamente, a Terra passou por cinco grandes extinções, que aniquilaram mais da metade da vida do planeta.
Atualmente, há um debate entre os cientistas que se perguntam se a humanidade será a causadora da próxima destruição massiva de espécies.
No entanto, já está na “conta de culpa” do ser humano o desaparecimento do pássaro Dodó (Raphus cucullatus), do lobo-da-Tasmânia (Thylacinus cynocephalus) e do lobo-das-Malvinas (Dusicyon australis).

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Onça que comeu mais de 15 cabeças de gado é abatida em Manoel Urbano (AC)



Por Aldejane Pinto

Produtores rurais de uma propriedade próxima da cidade de Manoel urbano, alegam que foram obrigados a matarem a tiros de espingarda, uma enorme onça pintada, que vinha causando um prejuízo considerável na criação de gado da região.

Depois de notarem o sumiço de pelo menos 15 cabeças de bovinos, os moradores de uma região à margem do rio Purus, decidiram investigar o desparecimento da criação.


Só então descobriram que uma onça pintada estava abocanhando a criação. Um caçador montou uma tocaia e conseguiu ficar frente a frente com o felino que foi abatido com pelo menos dois tiros na cabeça.
Depois de abatida, a onça teve fotos divulgadas com exclusividade a este repórter, mediante a garantia de manter em sigilo o nome dos moradores, que apesar do prejuízo, temem represália por parte dos órgãos ambientais.
"Nos vimos obrigados a matá-la para evitar mais prejuízo", disse um morador. O abate da onça pintada ocorreu no início deste mês.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Índios yawanawa dançam durante festival no Acre



Índios yawanawa dançam durante o festival Mariri, na aldeia de Mutum, na floresta amazônica, no Estado do Acre. Durante cinco dias de agosto, o povo yawanawa, que vive em uma reserva no Norte do Brasil, demarcada em 1933, celebra seu estilo de vida através da dança, arte e outras expressões culturais.  


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Brasil: taxa de desmatamento e emissões de gases-estufa sofre redução



A Noruega, país rico por seu petróleo e gás, pagou 10,3 bilhões de coroas (US$ 1,7 bilhão) para combater o desmatamento tropical de 2008 a 2013 no Brasil e em outros lugares, de acordo com um relatório feito pela Agência Norueguesa de Cooperação para o Desenvolvimento (Norad, na sigla em inglês), financiada pelo governo.

“A taxa de desmatamento do Brasil e as correspondentes emissões de gases-estufa caíram fortemente”, disse o relatório sobre o progresso da proteção na Amazônia, a maior floresta tropical do mundo. 
Projetos financiados com dinheiro norueguês no Brasil estão “traçando o caminho para futuras reduções”, disse o documento. 
A Noruega destinou ao Brasil US$ 720 milhões para ajudar a apoiar programas no país, informou o relatório. A Noruega prometeu ao Brasil, em 2008, até US$ 1 bilhão para ajudar a desacelerar o desmatamento, dependendo do desempenho brasileiro.
Sob um acordo semelhante em 2010, a Noruega se comprometeu em destinar até US$ 1 bilhão para a Indonésia, a qual tem a terceira maior floresta tropical, atrás apenas da Amazônia e de uma floresta no Congo, afetada por desmatamento de grandes áreas para dar espaço para plantações.
Florestas absorvem dióxido de carbono quando crescem e o liberam quando apodrecem ou queimam. O desmatamento, feito principalmente para abrir espaço para plantação, responde por um quinto das emissões humanas dos gases do efeito estufa, de acordo com estimativa da ONU.
Fonte: G1

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Em 16 anos, poluição do ar pode matar até 256 mil em SP, diz pesquisa


A poluição atmosférica pode matar até 256 mil pessoas nos próximos 16 anos no Estado. Nesse período, a concentração de material particulado no ar ainda provocará a internação de 1 milhão de pessoas, e um gasto público estimado em mais de R$ 1,5 bilhão, de acordo com projeção inédita do Instituto Saúde e Sustentabilidade, realizada por pesquisadores da USP. A estimativa prevê que ao menos 25% das mortes, ou 59 mil, ocorram na capital paulista.
Os resultados indicam que, no atual cenário, a poluição pode matar até seis vezes mais do que a Aids ou três vezes mais do que acidentes de trânsito e câncer de mama. A população de risco, ou seja, as pessoas que já sofrem com doenças circulatórias, respiratórias e do coração, serão as mais afetadas, assim como crianças com menos de 5 anos que têm infecção nas vias aéreas ou pneumonia.
Entre as causas mais prováveis de mortes provocadas pela poluição, o câncer poderá ser o responsável por quase 30 mil casos até 2030 em todos os municípios de São Paulo. Asma, bronquite e outras doenças respiratórias extremamente agravadas pela poluição podem representar outros 93 mil óbitos, já contando a estimativa de crianças atingidas no período.
Doutora em Patologia pela Faculdade de Medicina da USP e uma das autoras da pesquisa, Evangelina Vormittag afirma que a magnitude dos resultados obtidos pela projeção, que tem como base dados de 2011, comprova a necessidade de o poder público implementar medidas mais rigorosas para o controle da poluição do ar.
Nessa lista estão formas alternativas de energia, incentivo ao transporte não poluente, como bicicleta e ônibus elétrico, redução do número de carros em circulação e obrigatoriedade de veículos a diesel utilizarem filtros em seus escapamentos. O programa de instalação de faixas exclusivas de ônibus e de ciclovias na capital, desenvolvido pelo prefeito Fernando Haddad (PT), é indicado como bom exemplo, ainda que os resultados para a saúde pública não estejam mensurados. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
Fonte: Portal UOL

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Indústria de preservativos vira atração turística no Acre



Na cidade de Xapuri, no Acre, uma indústria sustentável de camisinhas virou atração turística. A Natex, que utiliza látex de seringal nativo, produz 100 milhões de preservativos por ano, segundo o governo do Acre.

As atividades para os turistas que visitam a região começam com a possibilidade de assistir à retirada da borracha no meio da mata. E, depois de ouvir as histórias da vida nos seringais nativos, o visitante pode ver o látex ser transformado em preservativo.

Segundo a Secretaria de Turismo do Acre, Rachel Moreira, o leite retirado das seringueiras da Reserva Extrativista Chico Mendes garante o sustento de mais de 400 famílias envolvidas direta e indiretamente na produção das camisinhas.

Criada em 2002 e operando desde 2007, a Natex é uma iniciativa do Governo do Acre em parceria com os ministérios da Saúde, Integração Nacional, Superintendência da Zona Franca de Manaus e Banco Interamericano de Desenvolvimento. Toda a produção é direcionada para o Programa DST/Aids do Ministério da Saúde.