sexta-feira, 11 de abril de 2008

Rio Branco vai ganhar aterro sanitário com tecnologia de primeiro mundo


Um estudo feito pelo IMAC concluiu que a maioria dos municípios do Estado possui situação crítica no acondicionamento do lixo. Áreas próximas a margens de rodovias e igarapés são alguns dos locais escolhidos para o depósito dos resíduos. No município de Capixaba, por exemplo, o lixo lançado numa área verde dentro do território boliviano, contrariando o que estabelece a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Segundo a presidente do IMAC, Cleísa Cartaxo, o problema é preocupante, mas um termo de ajustamento de conduta proposto pelo órgão e assinado pelos prefeitos dos 22 municípios do Estado deve mudar essa realidade.

De acordo com uma pesquisa sobre saneamento ambiental divulgada pelo IBGE, 40% dos municípios brasileiros não dispõe de aterro sanitário para destinação do lixo. Em Rio Branco, o aterro controlado está com a vida útil praticamente esgotada.

Mas segundo Fabiana Rocha, engenheira ambiental da prefeitura de Rio Branco, a capital já está com o projeto de construção de um aterro sanitário pronto. O projeto, considerado referência na região Norte, está orçado em 11 milhões de reais e será construído num terreno, no quilômetro 23 da BR-364. A obra, que está em fase de licitação, tem previsão para iniciar no fim desse mês.

Ainda segundo Fabiana Rocha, um consórcio entre as prefeituras de Rio Branco, Bujari e Senador Guiomard vai garantir uma coleta unificada para facilitar o controle dos resíduos.

Um comentário:

Marcela disse...

Interessantíssima, estou fazendo um projeto de tcc sobre o tema "Consequencias do Não-tratamento adequado do Lixo na Região AC /RO e foi de mta ajuda essa reportagem.