sexta-feira, 16 de julho de 2010

Inpe detecta novo desmatamento na Amazônia


Cruzeiro do Sul, 16 de Julho de 2010

Em junho, Ibama encontrou toras de árvores recém-cortadas no Pará (Foto: Lucivaldo Serrão/ Ibama/ Divulgação)

 


O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) detectou desmatamento de 109,6 km² da floresta amazônica no mês de maio. A área, divulgada pelo instituto nesta quinta-feira (15), equivale a 68 vezes o tamanho do Parque Ibirapuera, em São Paulo, ou a quase seis vezes o tamanho da ilha de Fernando de Noronha, em Pernambuco.

Segundo os novos dados do Inpe, maio é mês com o segundo maior desmatamento detectado pelo sistema em 2010, atrás de fevereiro, que teve 185 km² devastados. O bioma amazônico no Brasil perdeu mais floresta em maio do que em março e abril juntos, quando foram identificados 103,5 km² de devastação.

Nos meses de janeiro e fevereiro, o Inpe havia detectado 208,2 km² de devastação na Amazônia. Já em outubro e novembro de 2009, o desmatamento detectado foi de 247,6 km² - o mês de dezembro ficou sem medição por conta da forte cobertura de nuvens nesta época do ano.

O estado que apresentou maior área de desmatamento registrado foi Mato Grosso, pela terceira vez seguida neste ano, com 51,9 km² . O Pará aparece como o segundo estado mais desmatado, com 37,2 km².

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O instituto, sediado em São José dos Campos (SP), ressalta que em função da cobertura de nuvens variável de um mês para outro e, também, da resolução dos satélites, os dados do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) não são uma medição exata do desmatamento mensal da floresta amazônica.

Em maio, por exemplo, 45% da Amazônia Legal esteve coberta por nuvens, impedindo a visualização por satélite. Por isso, o Inpe não recomenda a comparação entre dados de diferentes meses e anos.

Em operação desde 2004, o Deter foi criado para apoiar a fiscalização ambiental. Embora os dados sejam divulgados em relatórios mensais, seus resultados são enviados a cada quinzena ao Ibama, responsável por fiscalizar as áreas.

O sistema gera alertas para áreas de corte raso, quando os satélites detectam a completa retirada da floresta nativa, e para degradação progressiva, quando há destruição parcial da mata.
 O Deter registra apenas focos com área maior que 250 mil metros quadrados, por conta da resolução dos sensores dos satélites. Além disso, devido à cobertura de nuvens, nem todos os desmatamentos com essa dimensão ou maiores são identificados.

 Fonte: globoamazonia.com


quinta-feira, 15 de julho de 2010

Vale do Juruá


Quinta-feira, 15 de Julho de 2010
Foto: Senildo Melo

Cruzeiro do Sul, a segunda maior cidade do Acre com 80 mil habitantes, respira desenvolvimento devido os investimentos dos governos estadual e federal nas obras da BR364, anel viário, ponte sobre o Rio Juruá e estádio Arena da Floresta. O céu cinzento é resultado da frente fria que chegou por aqui na manhã desta quinta-feira.





quarta-feira, 14 de julho de 2010

BR-364: O desafio continua


Quarta-feira, 14 de Julho de 2010
Fotos: Senildo Melo 

O sonho de integração acalentado há décadas pelo povo acreano se renova a cada verão. As obras de construção da BR-364, sentido Rio Branco/Cruzeiro do Sul, foram retomadas no mês passado. Esta semana, os repórteres Senildo Melo/Kennedy Santos (TV Aldeia) e Adaílson Oliveira/Josué Martins (TV Gazeta) aceitaram o desafio de percorrer os 675 km da estrada de caminhonete para mostrar o esforço do governo do Acre para concluir a maior obra em execução no estado.
São mais de R$ 900 milhões investidos na obra com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e recursos próprios. Para esse ano, a previsão é que o trecho Sena Madureira/Manoel Urbano fique totalmente concluído e a recuperação do trecho Feijó/Tarauacá e Rio Liberdade/Cruzeiro do Sul também. 
Só as pontes ao longo da rodovia somam mais de 2 quilômetros. A maioria deve ficar pronta até meados de dezembro desse ano. A obra gera milhares de postos de trabalho e também contribui para aquecer a economia das cidades situadas no entorno da estrada.

Os profissionais da TV Gazeta retornam ainda na sexta-feira (16) para Rio Branco. Já a nossa equipe fica em Cruzeiro do Sul até domingo para fazer a cobertura do jogo de estreia do Náuas contra o Vilhena (RO), pelo Campeonato Brasileiro da Série D, na Arena Japiim, em Mâncio Lima.   

Foto: Luciano Pontes




terça-feira, 13 de julho de 2010

Não perca a última reportagem da série Chandless

Terça-feira, 13 de Julho de 2010


Na terceira reportagem da série especial Chandless: A Última Fronteira, a história de vida das pessoas que cresceram e nasceram no parque. Confira os bastidores de uma reportagem produzida pela equipe da TV Aldeia, também exibida pela TV Cultura e que inspirou o Globo Repórter a visitar o parque estadual Chandless. Uma matéria apontada pela crítica como uma das favoritas para vencer o Prêmio José Chalub Leite de Telejornalismo de 2010.

 

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Sinjac realiza seminário sobre mudanças climáticas


No intuito de proporcionar à categoria uma oportunidade de capacitação para contribuir na qualidade da produção das matérias jornalistas, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Acre (Sinjac) realiza nos dias 14 e 15 de julho, um seminário de noções básicas sobre mudanças climáticas, na área de jornalismo, no auditório da Assembléia Legislativa do Acre (Aleac), das 19 ás 21 horas.

O seminário tem como tema “Noções Básicas Sobre Mudanças Climáticas para Jornalistas” que será ministrado pelo cientista ambiental e professor do curso de mestrado em Ecologia e Manejo de Recursos Naturais da Universidade Federal do Acre (Ufac), Foster Brown.

De acordo com o presidente do Sinjac, Marcos Vicentti, o evento terá como objetivo de promover a atualização do assunto sobre mudanças climáticas, conhecimento das mudanças do clima acreano, para o profissional avaliar e transmitir a informação científica e promover fortalecimento do jornalismo ambiental.

“Essa é mais um compromisso assumido pela nossa gestão, oferecer a oportunidade para os profissionais se qualificarem para melhorar a qualidade do produto jornalístico que é repassado à sociedade. É uma forma também de demonstrar que a nossa categoria está preocupada com as mudanças climáticas e que busca formas de melhor repassar essas informações para à população”, destaca.

O Seminário faz parte de um projeto onde o sindicato pretende promover outras edições para tratar sobre a temática ambiental na região. “Somos comunicadores que vivem na Amazônia e pouco sabemos dessa região que é cobiçada e falada por todo o mundo. Por isso, outros seminários serão realizados para preparar o jornalista sobre o tema ‘Meio Ambiente’”. Pontua.

As questões tratadas durante o seminário de Noções Básicas Sobre Mudanças Climáticas para Jornalistas serão ás seguintes: como avaliar informações científicas; como o clima da terra funciona; tópicos quentes de mudanças climáticas e como comunicar a ciência de mudanças climáticas ao público.
O Sinjac convida a participar do encontro, os acadêmicos de jornalismo, os profissionais da área e os simpatizantes com o tema. As inscrições são gratuitas de podem ser realizadas pelo telefone (68) 3223 7418, pelo site www.sinjac.com.br ou no local do evento.


Queimadas na Amazônia aumentam 50% no período de um ano

Segunda-feira, 12 de Julho de 2010


O número de focos de calor nos estados da Amazônia Legal, que coincidem em boa parte com a quantidade de queimadas detectadas no bioma, aumentou cerca de 50% no primeiro semestre de 2010 em relação ao mesmo período do ano passado.

A ocorrência de mais incêndios, geralmente mais comuns a partir de junho em quase todo o país, está relacionada a questões climáticas no ecossistema e pode ser influenciada pela economia e pela fiscalização.

Entre janeiro e junho de 2009, um total de 1.604 focos de calor foi registrado na Amazônia Legal, considerando apenas imagens geradas pela passagem noturna do satélite NOAA 15. O número subiu para 2.390 no mesmo período de 2010. Os dados estão disponíveis no Banco de Dados de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

De acordo com Lara, a ocorrência de mais focos de calor em 2010 pode ser justificada, em parte, porque 2009 foi um ano "atípico", segundo ela. "Choveu mais no ano passado e, consequentemente, houve menos incêndio".

Para Alberto Setzer, pesquisador de queimadas do Inpe, o aumento na quantia de focos de calor também está relacionado a questões climáticas. "Este ano temos menos dias com chuvas e o período de estiagem está maior", diz ele. "Mas há outros elementos que podem influenciar uma queimada." No caso de Mato Grosso, estado com mais focos de queimada, uma proibição de usar o fogo para fins de agricultura começa em 15 de julho e vai até setembro para tentar minimizar os incêndios. "Posso supor que alguns agropecuaristas vão se antecipar a esta proibição e o número de queimadas vai crescer até o dia 15", diz Setzer.

Segundo o pesquisador, a economia do país e o nível de fiscalização por órgãos ambientais também podem influenciar a incidência de queimadas. "Em 2008 e 2009 ainda havia uma crise econômica no mundo e tivemos menos desmatamento no Brasil", diz ele. O pesquisador explica que o número de queimadas no primeiro semestre do ano é só uma amostra do que deve ocorrer nos próximos seis meses. "Pode ser que tenhamos um ano com menos queimadas do que 2009. De 80 a 90% das queimadas devem ocorrer mais para frente", diz ele.

O período com mais queimadas vai geralmente até o fim de outubro, segundo Lara, e até lá os focos de calor devem aumentar ainda mais. "Isso se inverte um pouco em Roraima, que está no hemisfério Norte e tem o período de seca começando geralmente em novembro", diz ela.

"Usar esse satélite é uma forma de minimizar o registro de focos de calor como se fossem queimadas. Ele identifica superfícies com temperatura acima de 47 graus. O satélite que fotografa durante a tarde pode detectar rochas com temperatura acima disso", explica Lara Steil, chefe substituta do PrevFogo, sistema por meio do qual o Ibama monitora e controla incêndios no país.

O estado com mais focos de calor detectados neste ano, usando apenas o NOAA 15, foi o Mato Grosso, com 1.267 ocorrências. Na sequência vem o Pará (451), Roraima (423), Maranhão (103), Rondônia (85), Amazonas (39), Amapá e Tocantins (ambos com 8) e Acre (6). Mato Grosso também teve mais ocorrências em 2009, com 973 focos, seguido de Roraima (265), Pará (156), Maranhão (115), Amazonas (45), Rondônia (22), Acre (13), Amapá (9) e Tocantins (6). O número total de ocorrências para o mesmo período foi de 2.117 para o ano de 2008 e de 1.144 para 2007, segundo dados do Inpe.

domingo, 11 de julho de 2010

2ª reportagem sobre o parque estadual Chandless

Domingo, 11 de Julho de 2010


Não perca na segunda reportagem da série Chandless: A Última Fronteira, produzida em março pela equipe da TV Aldeia, a diversidade da fauna e da flora da região e o esforço do governo do Estado para levar infraestrutura e segurança ao parque.
 

sábado, 10 de julho de 2010

Parque Chico Mendes é reaberto a comunidade


 Sábado, 10 de Julho de 2010
 
Uma área de 67 hectares localizada dentro da cidade de Rio Branco. Eu estou falando do Parque Chico Mendes. Com uma rica biodiversidade da fauna e da flora amazônica, o lugar é um dos mais importantes parques da região. E após um período de reformas, finalmente ele foi reaberto a comunidade e com novidades.
Novas espécies de primatas, pássaros, animais silvestres e um local específico para o maior repte da Amazônia: a temível sucuri. Uma ótima opção de lazer para os turistas que visitam a capital do Acre durante este mês de férias. O Parque Chico Mendes é administrado pela Prefeitura de Rio Branco e fica aberto ao público de terça a domingo, das 8 às 17 horas.
 

quinta-feira, 8 de julho de 2010

África do Sul: Manifestantes pintam o corpo em defesa dos animais



Manifestantes do Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) pintaram o corpo com as cores das bandeiras dos países participantes da Copa do Mundo para protestar contra a indústria de peles em Johannesburgo, na África do Sul. Os 32 manifestantes exibiam um cartaz defendendo os direitos dos animais. Os manifestantes também agradeceram alguns fornecedores de material desportivo por produzirem chuteiras que não são feitas com material de origem animal.

Acompanhe a 1ª reportagem da Série Chandless: A Última Fronteira exibida pela TV Aldeia

Quinta-feira, 8 de Julho de 2010


quarta-feira, 7 de julho de 2010

Saerb: Nível do Rio Acre baixa um centímetro por dia


Quarta-feira, 7 de Julho de 2010


O abastecimento de água em Rio Branco está crítico. Segundo o Saerb, empresa que administra o serviço de água da capital acriana, o rio baixa a uma velocidade de um centímetro por dia. Pela manhã, o nível estava em 2m48cm e ainda nem chegamos aos meses mais críticos da estiagem: agosto e setembro.

De acordo com o diretor presidente do Saerb, Semy Ferraz, a maior seca registrada no estado foi em 15 de setembro de 2005. Naquele ano, o nível do Rio Acre chegou a 1m64cm.

Para atender a demanda de cerca de 40 mil ligações em toda à cidade foram instaladas bombas flutuantes que captam mil e trezentos litros de água por segundo.

“Se a população não colaborar, no auge do verão amazônico um colapso no abastecimento de água pode ser inevitável”.  



terça-feira, 6 de julho de 2010

Especial Chandless

Terça-feira, 6 de Julho de 2010

Acompanhe a série de reportagens Chandless: A Última Fronteira produzida pela equipe da TV Aldeia. Os mistérios e segredos de um lugar fascinante e totalmente preservado no coração do Acre, próximo a fronteira com o Peru. Uma das reportagens favoritas para vencer o Prêmio de Jornalismo José Chalub Leite de 2010. Confira!





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domingo, 4 de julho de 2010

Pousada Ayshawa investe em ecoturismo e no turismo de aventura


Texto e fotos: Senildo Melo
Além da ótima estrutura, que une no mesmo ambiente o rústico e o moderno, a Pousada Ayshawa também investe no ecoturismo como forma de diversificar as opções para o turista que visita Xapuri, cidade distante 180 km da capital Rio Branco, que se tornou símbolo na luta do ex-seringueiro Chico Mendes contra a destruição da floresta amazônica e agora se coloca como protagonista do turismo no Acre.  
E foi numa área de 7 hectares, onde antes existia um seringal de propriedade da família, que o empresário Victor Toledo Pontes, 29 anos, teve a idéia brilhante de montar um parque para a prática o arvorismo. Contando com o apoio do governo do estado e filiado a 
Abeta (Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura) a Pousada Ayshawa montou o único parque para o ecoturismo existente no estado.
Com uma equipe capacitada composta por Victor Toledo, Elenilson Perdigão (Dito), Diarles da Silva, Leandro Gomes e Rangel Salim eles trabalham como  condutores (uma espécie de instrutor que acompanha de perto o desempenho de cada turista para que ele tenha momentos inesquecíveis de adrenalina) que utilizam equipamentos de segurança para a prática do arvorismo e do rapel de forma adequada.
Eu experimentei a aventura e posso dizer que a sensação é incrível. Quem quiser ainda pode caminhar nas trilhas do seringal ou fazer todo o percurso de bike. Tudo isso num cenário maravilhoso, as margens do histórico Rio Acre. 
Caso tenha se interessado pelo passeio, não perca tempo! FAÇA JÁ A SUA RESERVA ANTECIPADA PELOS TELEFONES: (68) 3452-3295/8402-3343 COM VICTOR.




 

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Assista o vídeo da reportagem sobre a expedição ao Chile


Sexta-feira, 2 de Julho de 2010

Acompanhe os bastidores da reportagem sobre o Chile, um dos principais roteiros turísticos da América Latina. A beleza da Codilheira dos Andes, com seus picos cobertos de neve e o misterioso deserto do Atacama.

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Bom atendimento: Desafio para o turismo do Acre

Quinta-feira, 1 de Julho de 2010


Posso dizer com propriedade que conheço muito bem o meu estado. Viajo semanalmente pela maioria dos municípios acreanos. E, por onde passo, escuto reclamações do tipo: “acreano é grosso e o atendimento é ruim”.


Situações como essas revelam um verdadeiro gargalo para o turismo (em franco crescimento no estado). O setor recebe seguidos investimentos dos governos estadual e federal, mas vejo que falta mais excelência dos profissionais que fazem o turismo acontecer.


Então vejamos, um empresário X investe na construção de um grande hotel com centro de convenções etc. Ele deixa tudo impecável. Arquitetura. Acabamento perfeito. Mas esquece de investir no principal: Treinamento de pessoas para melhor atender. No primeiro contratempo que o cliente tiver com um de seus funcionários, ele (o cliente) não vai querer saber se no banheiro tem torneira folheada a ouro ou coisa do tipo. A pessoa nunca mais voltará e ainda sairá falando mal do estabelecimento.


Creio que o turismo avançou muito no Acre nos últimos anos, mas é necessário mais investimento em gestão de pessoas. Mais até do que no marketing. Como dizia o saudoso Campos Pereira: “Não há nada mais eficiente do que a propaganda boca a boca”.


Atrativos turísticos nós temos. Afinal de contas, estamos a poucas horas do Peru e da Bolívia. Sem falar da rica biodiversidade, cultura e história milenar dos nossos povos. Agora é fato: não adianta somente o governo ficar correndo para divulgar o Acre fora e dentro do Brasil se os empresários do setor não se conscientizarem que falta um longo e árduo caminho a ser percorrido. Identificar as nossas falhas é o primeiro passo para corrigi-las.


Temos de ter um alvo, uma meta. Creio que se conseguirmos se aproximar de Manaus, por exemplo, que está a anos luz quando o assunto é turismo, já seria um ganho considerável. E olha que a capital do Amazonas é logo ali. A humildade e a vontade de aprender com eles podem nos trazer muitos avanços.


Senildo Melo - Vice-presidente da Associação Brasileira dos Jornalistas de Turismo do Acre (Abrajet/AC)